Como trocar de transportadora após a descontinuação da FedEx?

PlaceholderEntregue em 21/01/26 15:43Logística

Descubra o passo a passo completo para trocar de transportadora após a saída da FedEx do mercado doméstico no Brasil. Saiba como garantir uma transição segura, evitar falhas operacionais e escolher o parceiro logístico ideal.


A decisão da FedEx de encerrar todas as operações de transporte doméstico no Brasil, anunciada em janeiro de 2026, abriu um espaço significativo no mercado e deixou milhares de empresas diante de uma necessidade urgente: substituir rapidamente um parceiro logístico sem comprometer o funcionamento da operação. 


Segundo comunicados oficiais, a FedEx informou que as coletas domésticas serão mantidas até 6 de fevereiro de 2026, em um processo de desmobilização gradual que segue até junho, enquanto a empresa passa a concentrar seus esforços apenas em transporte internacional e soluções de supply chain. 


Diante desse cenário, empresas que dependem de entregas nacionais precisam agir com planejamento e rapidez, seguindo um método estruturado para evitar falhas operacionais, rupturas nos prazos de entrega, prejuízos financeiros e impactos na experiência do cliente. 


A Águia Branca Encomendas apresenta um passo a passo completo para ajudar sua empresa a conduzir essa transição com segurança. 



1. Qual o impacto da saída da FedEx no seu negócio?

Antes de escolher uma nova transportadora, é essencial mapear o impacto da mudança. A FedEx confirmou que: 

  • O transporte doméstico será encerrado de forma gradual. 
  • As coletas seguirão até 6 de fevereiro de 2026. 
  • A desmobilização completa das estruturas operacionais ocorre até junho. 


Isso significa que seu prazo para transição é curto e precisa ser planejado de imediato. 

Checklist de impacto operacional: 

  1. Quantidade de envios diários? 
  2. Regiões atendidas pela FedEx? 
  3. Tipos de carga (peso, volume, valor agregado)? 
  4. SLAs contratados (prazos de entrega, horários, urgências)? 
  5. Dependência de rastreamento, coleta agendada e logística reversa? 


Esse mapeamento permitirá comparar fornecedores de maneira mais precisa. 

 

2. Defina os critérios essenciais para a nova transportadora

A substituição não deve considerar apenas “quem entrega”. É preciso avaliar critérios que garantam segurança operacional e escalabilidade. 

Critérios técnicos obrigatórios: 

  • Capilaridade real nas regiões onde você mais entrega 
  • Histórico de SLA e índice de avarias 
  • Soluções de rastreamento e integração via API 
  • Capacidade para lidar com cargas fracionadas e alto valor agregado 
  • Tempo médio de coleta e janela de atendimento 
  • Política de logística reversa 
  • Operação B2B vs B2C (dependendo do seu perfil) 


Critérios estratégicos importantes: 

  • Estabilidade financeira (dado o cenário do setor) 
  • Previsibilidade de prazos 
  • Capacidade de customização logística 
  • Suporte comercial e operacional dedicado 


Mas é essencial considerar transportadoras especialistas em B2B, caso sua demanda envolva cargas fracionadas, alto valor agregado ou atendimento a distribuidores e atacadistas. 

 

3. Solicite a proposta técnica e comercial da nova transportadora 

Aqui é onde muitas empresas cometem erros. 

Não peça só “tabela de frete”. Peça também: 

  • SLA detalhado por faixa de CEP 
  • Prazo real de coleta para sua região 
  • Frequência de rotas 
  • Capacidade de atendimento em datas críticas 
  • Seguro e política de indenização 
  • Operação dedicada (quando disponível) 
  • Responsáveis por atendimento pós-venda 


A FedEx manteve seu compromisso de entregar tudo que já está contratado até o fim do processo. 

Isso dá alguma margem de manobra, mas não significa que você pode esperar para migar (a janela é curta). 

 

4. Faça um piloto antes da transição total

Antes de migrar 100% dos seus envios para uma nova transportadora, faça testes. 

  • O prazo prometido x prazo realizado 
  • Taxa de entrega no prazo 
  • Responsividade do suporte 
  • Precisão do rastreamento 
  • Qualidade no manuseio da carga 
  • O ideal é rodar o piloto por 5 a 10 dias, dependendo do volume. 

 

5. Estruture o plano de Transição Operacional

Um bom plano de transição reduz quase a zero o risco de falhas. 

Seu plano deve incluir: 

  • Datas de corte: quando a operação deixa de usar FedEx e passa para a nova transportadora. 
  • Treinamento das equipes internas: atendimento, CRM, fiscal, expedição, comercial. 
  • Comunicação com clientes: 

– Avisar sobre possíveis ajustes de prazo 

– Reforçar rastreamento 

– Reduzir dúvidas no SAC 

  • Integração tecnológica: 

– API de rastreio 

– Impressão de etiquetas 

– Tracking pós-entrega 

  • Gestão da operação paralela: 

Durante a fase final da FedEx (até 6 de fevereiro de 2026), muitos embarcadores precisarão operar em modelo híbrido, com FedEx + nova transportadora. 

Esse período de coexistência é essencial. 

 

6. Monitoramento Contínuo nas Primeiras Semanas

Após o go-live, acompanhe: 

  • Índice de entregas dentro do prazo 
  • Avarias 
  • Reclamações no SAC 
  • Diferenças operacionais entre o prometido e o executado 
  • Qualidade da coleta 
  • Pontos de melhoria observados pela expedição 
  • Defina um comitê interno semanal por 30 dias para ajustes rápidos


Por que este é o melhor momento para revisar sua estratégia logística?

A saída da FedEx do mercado doméstico brasileiro, motivada por ajustes estratégicos globais e baixa rentabilidade do segmento nacional segundo especialistas do setor, representa um divisor de águas no mercado.

Empresas que reagirem de forma estratégica e escolherem a Águia Branca Encomendas como nova transportadora, terão: 

  • Alta capilaridade com mais de 3.500 destinos e 200 pontos de balcão. 
  • + de 800 saídas regulares e diárias, aproveitando a malha de carros e rotas já existentes da Viação Águia Branca. 
  • Especialista em cargas fracionadas B2B com alto valor agregado. 
  • Tecnologia e rastreabilidade, garantindo segurança e controle. 
  • Atendimento consultivo, focado em construir parcerias duradouras. 
  • Prazo competitivo e SLA confiável, para manter sua operação sem interrupções. 
  • Baixo empilhamento de cargas e baixo índice de ocorrências de avarias e extravios.


A oportunidade está na mesa, principalmente para negócios com cargas fracionadas, alto valor agregado e necessidade de atendimento B2B, exatamente o tipo de cliente que exige mais do que uma entrega, mas sim uma operação logística robusta, confiável e estratégica. 


Se você está buscando uma transição logística segura e um parceiro capaz de garantir continuidade, capilaridade e alta performance a Águia Branca Encomendas é a melhor opção. 


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